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Secagem de café com economia, qualidade e automação

Inicialmente, na época da colheita do café, a secagem de café e cada decisão impacta diretamente a qualidade final do grão, o tempo de processamento e os custos de produção. E se fosse possível, além de tudo isso, economizar até metade da energia elétrica, reduzir o uso de lenha ou palha em dois terços, acelerar a secagem e ainda agregar valor ao café com mais qualidade? Pois é, essa realidade já está sendo vivida por cafeicultores que investem em tecnologia e cuidado.

Pós-colheita eficiente começa na lavoura

Para começar, o cuidado com a qualidade do café precisa nascer na lavoura. Assim, logo após a colheita, os grãos podem ser acondicionados em sacos próprios que permitem a respiração. Desse modo, evita-se a fermentação indesejada no campo que interfere na secagem de café — um ponto crucial para manter a integridade do café.

Higienização e preparo: nada de contaminação

Posteriormente, ao chegar no terreiro, cada lote pode passar por um processo rigoroso de higienização. Antes de tudo, as caixas onde os cafés são lavados, os carrinhos de transporte e o próprio terreiro devem recebem desinfecção com quaternário de amônio, diluído em bomba exclusiva para esse fim. Assim, garante-se um ambiente livre de contaminação, o que favorece uma secagem mais limpa e sem fermentações.

Além disso, cada detalhe é observado. Por exemplo, sopra-se as impurezas do terreiro, e depois a solução higienizadora é aplicada antes de espalhar os grãos, garantindo que tudo esteja pronto para uma secagem segura.

Do terreiro a secagem de café: onde a mágica acontece

Depois de alguns dias no terreiro, os grãos são levados ao secador rotativo — e é aí que a mágica da automação acontece. Assim como na preparação, o processo de secagem de café também é guiado por critérios técnicos e rigorosos.

Nesse exemplo, após 3 ou 4 dias murchando no terreiro, o café vai para o secador. Lá, entra em ação o controlador digital automatizado, que permite ajustes finos e acompanhamento em tempo real.

Automação no controle da secagem: mais precisão e menos esforço

Por conseguinte, a automação trouxe ganhos significativos. Por exemplo, é possível configurar receitas de secagem de café personalizadas, acompanhar o processo via celular ou operar tudo diretamente no painel. No entanto, se a internet na fazenda vier a faltar, existem sistemas no mercado que pode ser operado manualmente, garantindo continuidade.

Como exemplo, uma receita adotada foi deixar o café 60 minutos parado e 3 minutos rodando. Esse ciclo ocorre durante todo o dia, das 6h às 19h, e à noite o café descansa. Consequentemente, o resultado é uma secagem precisa, controlada e com ganhos em qualidade.

Economia comprovada: de três caminhões de palha para apenas um

Em resumo, nesse exemplo, os ganhos não foram apenas na qualidade. Também houve economia real e significativa. Antes, eram necessários três caminhões de palha por safra para secagem de café. Agora, basta apenas um.

Além disso, o processo ficou muito mais prático. Antes, era necessário abastecer a fornalha a cada meia hora. Hoje, o abastecimento é feito apenas duas vezes ao dia — portanto, o tempo de trabalho diminuiu e a eficiência aumentou.

Segurança, relatórios e suporte técnico

Outro benefício importante foi a segurança proporcionada pelo sistema. Como resultado, o produtor acompanha tudo em tempo real: tempo ligado, ciclos de descanso, status dos lotes, e mais. Logo, é possível dormir tranquilo com o controle da operação literalmente na palma da mão.

Do mesmo modo, o suporte técnico precisa ser levado em conta ao adquirir uma tecnologia, pois precisam estar disponíveis para sanar as dúvidas. Independentemente do tamanho da propriedade da tecnologia é bem-vinda.

Café de qualidade com menos esforço e mais resultado

Assim, a automatização da secagem do café deixou de ser um privilégio das grandes propriedades e passou a ser uma solução viável, econômica e altamente eficaz também para pequenos e médios produtores.

Logo, investir em processos mais limpos, seguros e inteligentes não é apenas uma escolha técnica, mas uma estratégia de valorização do produto e do tempo do produtor. Por conseguinte, quem investe em pós-colheita eficiente, investe também na longevidade da fazenda.

GA Agrosoluções: Gestão completa do campo à pós-colheita

E para quem quer ir além da secagem, a GA Agrosoluções oferece um sistema de gestão agrícola completo e integrado, que profissionaliza a administração da fazenda de ponta a ponta.

Com ele, é possível controlar com precisão:

  • A gestão financeira e a organização para o LCDPR;
  • O controle de estoque, insumos, mão de obra e serviços;
  • A mecanização agrícola e os processos de colheita e pós-colheita;
  • A integração com o eSocial;
  • O RH, a medicina e a saúde do trabalho.

Em resumo, com a GA Agrosoluções, o produtor deixa de trabalhar no improviso e assume o comando do seu negócio com dados, inteligência e visão de longo prazo.

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